quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Falta


Sim eu sinto falta. Falta das cobranças, das conversas exaustivas pra tomadas de decisões, da troca de sorrisos, do seu “conhecer só de olhar”, do ciúme (eu pensei nunca admitir isso), das horas ao telefone e MSN, de cartas molhadas das mais sinceras lágrimas de amor, dos bilhetinhos inesperados, dos cafunés feitos, das canções que falavam por mim, das inúmeras vezes que dormimos de mãos dadas, de te dar carinho e receber em dobro, dos conselhos, dos nossos sonhos e planos que não saíram do papel. Eu lembro cada detalhe desses seis anos. Lembro das datas mais importantes, lembro de quando você caiu e eu deixei meu orgulho de lado e te estendi a mão, da primeira conversa,do primeiro desabafo, do primeiro choro, da primeira briga e o porquê dela.
Lembro do quanto minhas tardes eram felizes com você, do sorvete de açaí e maracujá que você comprava e mesmo sabendo que eu odiava me oferecia, do chocolate branco que você me fazia comer, da super mistura (chocolate, coca – cola e leite em pó) que a gente tomava, das comédias românticas no domingo, do bombom aberto, dos aniversários surpresa, das poucas vezes que viajamos, das conversas na rede, de você pegando no meu pé por eu te dar beijinho com cheiro de café, das vezes que precisei de você e você não estava aqui pra me ajudar, das mensagens no celular e de todas as vezes que disse eu te amo. Viver de lembranças já me doeu muito, na verdade ainda dói. Eu sonho em um dia voltar a ser completamente feliz, e pra que isso aconteça preciso do teu abraço demorado, do tempo parado, música tocando e um sorriso como recompensa. Isso me basta.

domingo, 25 de setembro de 2011

eu

Eu sou a cor da minha pele, meus olhos castanhos e meu cabelo liso enrolado. Sou minha cólica em "dias red", meu mau humor diário e minha cara feia quando teimam comigo. Eu sou meu prato de comida favorito, a camisa do Flamengo que eu visto e a paixão que grito. Sou o arrepio da minha pele quando acariciada nas costas e na nuca, o sorriso de conseguir superar e as mudanças que me permito. Sou as dores nas pernas, meu medo de altura e as vezes que chorei sozinha. Sou a preocupação da minha mãe, a independência de morar (quase) só, ao risco de ter mudar de cidade. Sou os amigos que fiz, as estradas que escolhi e a fé que me carrega. Sou as besteiras sem graça que falo quando um amigo está triste. Eu sou poucos livros que li, as histórias que conto e os beijos que dou. Sou meus planos da semana que vem, a vontade de mudar o mundo e os nãos que já levei. Sou a persistência e teimosia que não me deixa desistir, a dor de ter que partir e as mentiras que me obriguei a dizer. Sou as músicas que me acalmam, as pessoas que me encaram e as brigas com a minha mãe até mesmo por telefone. Sou a dor de ter chorado algumas perdas, os sorrisos sem motivo e alguns micos que paguei. Sou serra, sou vento e frio. Sou minhas baquetas quebradas, minhas palhetas perdidas, meu violão sem uma corda, meus acordes e todas as vezes que desafino. Eu sou as opções que deixei de lado, minha solidão e minha camisa do Brasil velha da copa. Eu sou os gols que eu perdi, os gritos que levei e as lágrimas de derrota que chorei. Eu sou a cara quebrada com o excesso de confiança, as coisas que aprendi observando com os outros e os abraços apertados da minha irmã. Eu sou meus cremes no corpo, meus perfumes e minhas unhas ruídas. Eu sou as frases de amor que eu falei baixinho, as noites sonhadas com um amor, as madrugadas que eu virei. Eu sou o lençol da cama arrumada e alguns risos forçados. Eu sou as discussões que evitei, os tapas que levei e as mãos que eu apertei. Eu sou as massagens que eu dei, os cafunés e os suspiros ao pé do ouvido. Eu sou meio fechada pros desconhecidos e conhecidos, meio tímida pros interessados, meio calada quando o assunto é serio. Eu sou meus All Star’s, minhas camisas pólo, meus vestidos, meus saltos e minhas maquiagens (que não uso) ....
....sou tantas que vivo esquecendo quem realmente sou! 

                                        Fernanda Larissa, prazer.

(tava masi que na hora de postar isso aqui)

domingo, 18 de setembro de 2011

Metades incompletas


Dia frio, café forte sobre a mesa e memórias de um amor insolúvel. Tento e não consigo me desprender do que nos fez alados pela eternidade do agora. Quando longe, pensei em desintegrar um sentimento que por um tempo julguei ser inerte e insensível, mas que outrora me arrebatara como se eu perdesse o meu sentido de ser e o ser já não me fazia falta quando tu estavas perto. Tentei me encontrar sem você, tentei escapar do olhar mais denso e subjetivo que encontrei, tentei deixar minha boca longe do beijo confuso, entregue e apaixonante que provei, tentei não tocar, não sentir na pele o arrepio do atrito e o aroma exalante dos nossos corpos envolvidos, mas foram tentativas frustrantes. Voltar a te ver é como revirar o sentido da palavra ‘AMAR’, é ouvir a inquietude da minha alma em romper as barreiras pra te ser, é amortecer os passos me fazendo flutuar, é perceber minha respiração ofegante quando o meu nome é mencionado – às vezes com desprezo ou às vezes com desejo - é dar um ritmo aos meus batimentos que nenhuma partitura pode harmonizar. Enfim, é parte do meu todo em você e metade do seu inteiro em mim. 

sábado, 13 de agosto de 2011

Sem você o meu "eu" inteiro se desentegra.
Estás em meus momentos mais simples e agradáveis.
Em cada palavra doce, no sorriso espontaneo, no olhar paciente, nas mãos frias que me levantam em dias ruins.
E hoje em tudo que eu faço, vejo o seu L em mim.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

...

Se foi pra ser, já foi.
Se for pra ser Será!
Por que
Quem ama deixa rolar, não retira
O natural do seu lugar.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Pra Declarar Minha Saudade


Eu fiz uma canção pra declarar minha saudade.
Usei sinceridade que me dá certeza que você quando ouvir o meu cantar, vai se lembrar que deixou, do lado esquerdo do meu peito essa dor que tá difícil de curar!
Tenho certeza que você de onde ouvir, meu soluçar em forma de uma canção vai se lembrar que nosso amor é tão bom...
                                             ...E que pra sempre vai durar.

                                                                                (Maria Rita)

sábado, 7 de maio de 2011

Coisa Bonita


Coisa bonita, teu sorriso tímido com uma gota de safadeza, me traz vastas vontades e fantasias. Teu olhar perdido e sincero simplesmente me devora. Eu quero aposentar o tempo, matar a saudade e acabar com a ingrata distância. Só assim, meus braços hoje vazios vão se preencher dos mais apertados abraços. A boca que antes salivava de vontade os teus beijos, dirão não com palavras, mas em desenhos em teu corpo, que você é meu e eu sou sua, selando uma nova fase em nossas vidas e tecendo dois seres em um só.


Por fim Coisa bonita, esse meu coração não desiste em guerrear contra os porens  e afins. Ele reconhece que não será possível sua plenitude sem a metade que o completa.
 Ah, minha coisa bonita!

                                                  Por: Nanda Conegundes.

É você, caramba


                     E se  fosse pra ficar, eu ficaria com você!
Não nego!
Você é você, caramba!
Gosta de mim, tem personalidade, não nega o que sente, é verdadeiro, me aceita, mesmo eu
sendo tão complicada!
Meu caso é o seguinte...
Ás vezes quero, as vezes não quero. Mas todo esse seu respeito, esse seu amor, fico procurando de onde vem e é isso que me faz te querer..
É você que me ama, que me faz sentir especial com atitudes simples, que me recebe de braços abertos quando vou conversar, que me diz coisas tão lindas, quanto você mesmo, que me faz querer atirar numa coisa que eu sempre perco a fé em tentar, que me fez e faz saber de várias coisas novas sobre a vida, que me mostra um caminho melhor, que me deixa cada dia mais apaixonada e despertou em mim uma amizade, um amor, uma coisa que eu nem sei explicar. 
Foi você que me ensinou que não é preciso entender o que se sente, é preciso sentir, apenas, sentir!

                                           
Por: Nanda Conegundes e Dêzza Nágila